Como atuam as Mandalas

08/05/2011 17:21

 

Chegamos as mandalas sem saber muito bem como, e o que elas representam, mas nos sentimos totalmente atraídos por elas. Mesmo que isto não esteja claro conscientemente, pelo que se vê e estuda ao longo da história, a intenção esta em se reorganizar internamente para um maior contato com nossa essência. Mandala significa centro, circunferência ou circulo mágico. Carl Jung, o psiquiatra suíço, associava a mandala com o “Self”, o centro da personalidade como um todo. Em sua opinião, a mandala mostra o impulso natural para vivenciar o nosso potencial e realizar o padrão da nossa personalidade integral. Cada Mandala carrega um padrão energético derivado de sua
configuração. Cores, símbolos, formas geométricas repetições e simetrias, irradiam determinadas forças.

Muito além da decoração, a Mandala esta presente na natureza do inconsciente do ser humano desde os primórdios da civilização. Representa um processo de reorganização do caos, revelando seu poder integrador independente da atuação consciente do individuo que a utiliza.

O Dicionário de Símbolos nos diz que “O Mandala é literalmente um círculo, ainda que seu desenho seja complexo e muitas vezes se encerre em uma moldura quadrada. (…) o mandala é ao mesmo tempo um resumo da manifestação espacial, uma imagem do mundo, alem de ser a representação e a atualização de potencias divinas; é uma imagem própria para conduzir quem a contempla à iluminação.”

 

 

Para que serve a Mandala?

Muito alem de decorativas a Mandala gera um campo de força, modificando o padrão energético do expectador e ambiente, alterando seu estado emocional físico, ajustando seu equilíbrio.

Transmutar, energizar, curar desequilíbrio, meditar, decorar.

Jung concluiu que “Sua meta (mandala) é transformar a confusão numa ordem, sem que tal intenção seja consciente. As mandalas expressam ordem, equilíbrio e totalidade. Elas possuem quase sempre um caráter intuitivo irracional e atuam de novo retroativamente sobre o inconsciente através de seu conteúdo simbólico”.

Monalisa Dibo, em seus estudos sobre a obra de Jung entendeu que “Jung entende a mandala como uma tentativa de auto cura inconsciente, a partir de um impulso instintivo, no qual o molde rigoroso, imposto pela imagem circular com um ponto central, compensa a desordem do estado psíquico. Conclui o autor que a mandala é um arquétipo da ordem, da integração e da plenitude psíquica, surgindo como esforço natural da autocura”.

 

Fonte: http://www.mandalaarteetransformacao.com/amandala/para-que-serve/

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